Diário Íntimo – Henri-Frédéric Amiel

Diário Íntimo - Henri-Frédéric Amiel“Das minhas quatorze mil páginas de Diário, que se salvem quinhentas, é muito, é talvez demais.” Assim Amiel descreve sua própria obra em 1876, sem saber que tal empreitada traria o enorme renome que, dois ou três anos depois de sua morte, lhe seria atribuído a partir das primeiras edições publicadas na forma de dois pequenos volumes.

“Tudo o que Amiel publicou e a que deu acabamento final — palestras, ensaios, poemas — está morto; mas seu Diário, onde, sem pensar na forma, falava apenas a si mesmo, está cheio de vida, sabedoria, instrução, consolo, e continuará entre os melhores livros que já nos foram legados, acidentalmente, por homens como Marco Aurélio, Pascal e Epicteto.”

– LIEV TOLSTOI, Introdução à edição russa do Diário de Amiel.

Sobre o autor

Autor do Diário Íntimo, que se tornou referência para uma série de escritores, entre os quais Liev Tolstói, Fernando Pessoa e Otto Maria Carpeaux, e também alguns brasileiros, o poeta e crítico literário Henri-Frédéric Amiel foi professor de Estética e de Filosofia em Genebra. É mencionado por Manuel Bandeira no poema “Não sei dançar” e foi traduzido para o português pelo filósofo Mário Ferreira dos Santos.

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