Parva Naturalia – Aristóteles

Parva Naturalia - AristótelesDo Sentido e dos Sensíveis; Da Memória e da Revocação; Do Sono e da Vigília; Dos Sonhos; Da Divinação no Sono; Da Longevidade e da Efemeridade da Vida; Da Juventude e da Velhice. Da Vida e da Morte; Da Respiração. Estes tratados e mais o breve tratado suspeito Do Alento constituem o clássico, Parva Naturalia, sendo uma continuação orgânica do tratado Da Alma. Porém, a leitura e o estudo de Parva Naturalia não prescinde da leitura e do estudo do Da Alma e vice-versa. Como no Da Alma, esses textos são do flagrante interesse não somente de psicólogos e psicanalistas, mas igualmente de zoólogos, biólogos, fisiologistas e todos que, de uma maneira ou de outra, estudam os fenômenos da mente, da vida e da morte ou refletem sobre eles. Trata-se de leitura indispensável aos estudantes e estudiosos da filosofia.

Sobre o autor

Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.) foi um importante filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Seus escritos abrangem diversos assuntos, como a física, a metafísica, a poesia, o teatro, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia e a zoologia. Com Platão e Sócrates (professor de Platão), Aristóteles é visto como uma das figuras mais importantes e um dos fundadores da filosofia ocidental. Seu ponto de vista sobre as ciências físicas influenciou profundamente o cenário intelectual e medieval e esteve presente até o Renascimento. Nas ciências biológicas, a precisão de algumas de suas observações foi confirmada apenas no século XIX. Suas obras contêm o primeiro estudo formal conhecido da lógica. Na metafísica, o aristotelismo teve uma influência profunda no pensamento filosófico e teológico. Todos os aspectos da filosofia de Aristóteles continuam a ser objeto de um ativo estudo acadêmico nos dias de hoje.

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