Três alqueires e uma vaca – Gustavo Corção

Três alqueires e uma vaca - Gustavo CorçãoA aproximação humana de Gustavo Corção com Chesterton muitas vezes conduz a uma equiparação real e legítima entre ambos, senão mesmo a uma superação, quando é o caso de transportar o espírito e as idéias do criador do distributismo ao exame dos acontecimentos posteriores a 1936, quando partiu desta vida. E se o leitor apenas ouviu falar de Chesterton, aqui o encontrará muito vivo, e só fechará a última página de Três alqueires e uma vaca para correr imediatamente à experiência a que foi convidado por Gustavo Corção: descobrir o escritor inglês como um bom parceiro de idéias. Esta é, sobretudo, uma biografia de Chesterton escrita à maneira de Chesterton. A partir das três idéias centrais do pensamento chestertoniano – mistério, fidelidade e propriedade -, Gustavo Corção desenvolve suas reminiscências pessoais e suas páginas de crítica, que são misturadas a conceitos sobre liberdade, democracia, Estado, nação, socialismo, capitalismo, entre outros.

Sobre o autor

Gustavo Corção (Rio de Janeiro, 17 de dezembro de 1896 – Rio de Janeiro, 6 de julho de 1978) foi um escritor, engenheiro, ensaísta e jornalista católico brasileiro, autor de diversos livros sobre política e conduta, além de um romance. Foi membro da antiga União Democrática Nacional (UDN) e um expoente do pensamento conservador no Brasil. Escreveu para diversos jornais, como Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias e O Estado de S. Paulo. Seu único livro de ficção, Lições de abismo, é considerado uma das obras-primas da literatura brasileira, premiado pela UNESCO. Como escritor, Corção foi amplamente admirado e elogiado por nomes como Antonio Olinto, Raquel de Queiroz, Ariano Suassuna, Gilberto Freyre, Nelson Rodrigues e Manuel Bandeira.

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