O século do nada – Gustavo Corção

O século do nada - Gustavo Corção Este livro, que de certo modo continua e completa Dois amores, duas cidades, é como um amplo e movimentado teatro onde falam os personagens mais marcantes e armam-se os acontecimentos mais decisivos do século XX: o caso Dreyfus, a estranha condenação de Action Française, a guerra civil espanhola, as duas guerras mundiais e, finalmente, o Concílio Vaticano II.

É também onde se vê que na decorrência de capitulações, conjurações e traições, as chamadas esquerdas, sem mérito próprio de seus dirigentes, foram sempre beneficiárias dos erros cometidos e das vilanias praticadas.

Uma das mais funestas consequências dos favores concedidos às esquerdas pelo mundo liberal em processo de decomposição foi a infiltração no mundo católico e o surgimento da chamada “nova Igreja”. nas páginas deste livro vê-se nascer e crescer o fenômeno mais grave dos últimos vinte séculos.

Sobre o autor

Gustavo Corção (Rio de Janeiro, 17 de dezembro de 1896 – Rio de Janeiro, 6 de julho de 1978) foi um escritor, engenheiro, ensaísta e jornalista católico brasileiro, autor de diversos livros sobre política e conduta, além de um romance. Foi membro da antiga União Democrática Nacional (UDN) e um expoente do pensamento conservador no Brasil. Escreveu para diversos jornais, como Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias e O Estado de S. Paulo. Seu único livro de ficção, Lições de abismo, é considerado uma das obras-primas da literatura brasileira, premiado pela UNESCO. Como escritor, Corção foi amplamente admirado e elogiado por nomes como Antonio Olinto, Raquel de Queiroz, Ariano Suassuna, Gilberto Freyre, Nelson Rodrigues e Manuel Bandeira.

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