Conversa em sol menor – Gustavo Corção

Conversa em sol menor - Gustavo Corção“A maioria dos brasileiros conhece duas faces de Gustavo Corção. Uma, a do escritor exímio, a usar como ninguém a língua portuguesa, o autor que, vivo ainda, graças a Deus, é um indiscutível clássico da literatura nacional. A segunda face é a do anjo combatente, de gládio na mão, a castigar os impostores que vivem a gritar o nome de Deus e da sua Igreja, não para os louvar, antes para os apregoar na feita inocente-útil do ‘progressismo’. Mas há uma terceira face de Gustavo Corção, e essa só a conhecem aqueles que receberam a graça do seu convívio e da sua afeição: é a ternura do amigo, a extrema solicitude na amizade, aquela caridade do coração que é a coroa de todos os afetos.”

– Rachel de Queiroz, 1971.

Sobre o autor

Gustavo Corção (Rio de Janeiro, 17 de dezembro de 1896 – Rio de Janeiro, 6 de julho de 1978) foi um escritor, engenheiro, ensaísta e jornalista católico brasileiro, autor de diversos livros sobre política e conduta, além de um romance. Foi membro da antiga União Democrática Nacional (UDN) e um expoente do pensamento conservador no Brasil. Escreveu para diversos jornais, como Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias e O Estado de S. Paulo. Seu único livro de ficção, Lições de abismo, é considerado uma das obras-primas da literatura brasileira, premiado pela UNESCO. Como escritor, Corção foi amplamente admirado e elogiado por nomes como Antonio Olinto, Raquel de Queiroz, Ariano Suassuna, Gilberto Freyre, Nelson Rodrigues e Manuel Bandeira.

Compartilhe

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos obrigatórios estão marcados *