10 Livros que Estragaram o Mundo – E Outros Cinco Que Não Ajudaram em Nada – Benjamin Wiker

10 Livros que Estragaram o Mundo - E Outros Cinco Que Não Ajudaram em Nada - Benjamin WikerJá ouviu falar de Os Grandes Livros? Pois estes são o oposto. Desde O Príncipe, de Maquiavel, até O Comportamento Sexual dos Homens, de Alfred Kinsey, passando pelo Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx, estes livros muitíssimo influentes produziram guerras, genocídios, opressões totalitaristas, a destruição da família e experiências sexuais desastrosas.

E, contudo, as ideias destes autores continuam a ser muito apreciadas; se quer saber, podem mesmo influenciar-lhe o pensamento, sem que o leitor disso se aperceba. Neste livro notável, Benjamin Wiker vai ao âmago de cada uma destas obras e, através de uma análise inteligente, culta e provocatória, vai demonstrar entre outras coisas que:

• O Príncipe, de Maquiavel era um dos livros de cabeceira de Estaline e inspirou uma longa lista de tiranos.
• O Discurso do Método, de Descartes «demonstra» a existência de Deus pelo simples método de fazer Dele uma criação do nosso ego.
• Leviatã, de Hobbes, gerou em nós a convicção de que temos direito a tudo o que desejamos.
• O Manifesto do Partido Comunista, de Marx e Engels, podia ganhar o prémio de pior livro de sempre.
• A Ascendência do Homem, de Darwin, prova que ele advogava a aplicação da «sobrevivência dos mais aptos» à sociedade humana.
• Para Além do Bem e do Mal, de Nietzsche, lançou o apelo a um mundo governado exclusivamente pela «vontade de poder».
• O Mein Kampf, de Hitler, era uma espécie de «darwinismo espiritualizado», que explica o anti-semitismo genocidário do ditador alemão.
• O paraíso pan-sexual descrito por Margaret Mead em Crescer em Samoa era afinal uma criação das confusões e aspirações sexuais da autora.
• O Comportamento Sexual dos Homens, de Alfred Kinsey, era uma simples autobiografia sob a máscara de ciência.

Sobre o autor

Benjamin Wiker obteve seu PhD em ética teológica pela Universidade Vanderbilt e depois passou a lecionar em uma variedade de instituições, incluindo a Marquette University, Saint Mary’s University of Minnesota, Thomas Aquinas College e a Franciscan University of Steubenville. Ele chamou a atenção em 2002 com a publicação de Moral Darwinism: How We Became Hedonists. Neste livro, Wiker pretende mostrar como o darwinismo por sua própria natureza mina completamente os fundamentos éticos do cristianismo, do judaísmo e do Islã, porque o que ele vê como sua cosmologia materialista é incompatível com qualquer conceito de direito natural.  Wiker tornou-se membro do Discovery Institute, um think tank que apoia essa ideia e o design inteligente, logo após a publicação do livro.

Seu próximo grande livro, Architects of the Culture of Death, co-escrito com o veterano eticista católico Donald DeMarco, analisa como os pensadores mais influentes dos séculos XIX e XX, de Schopenhauer a Peter Singer, minaram o valor cristão da “santidade da vida”. 10 Books That Screwed Up the World analisa quinze livros importantes de O Príncipe à Mística Feminina e visa, seguindo Paul Johnson e E. Michael Jones, mostrar como a vida real desses pensadores levou a visões fundamentalmente distorcidas sobre a natureza humana, moral e sexualidade.

The Darwin Myth é uma biografia de Charles Darwin que retrata Darwin como um bom marido e uma pessoa gentil e caridosa e afirma que Darwin estava envolvido em uma conspiração ideológica por membros do Iluminismo tardio que visava remover Deus da ciência. 

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