10 Livros que Estragaram o Mundo – Benjamin Wiker

10 Livros que Estragaram o Mundo - E Outros Cinco Que Não Ajudaram em Nada“O bom senso e um pouco de lógica nos advertem que, se idéias têm conseqüências, então más idéias têm más conseqüências. E, ainda mais óbvio: más idéias, escritas em livros, tornam-se muito duráveis, infectam gerações e mais gerações e ampliam a miséria do mundo. Eu afirmo, portanto, que o mundo seria hoje um lugar demonstravelmente melhor se os livros que estamos prestes a discutir jamais tivessem sido escritos”. Benjamin Wiker

PARTE I – ESTRAGOS PRELIMINARES
CAPÍTULO 1 – O Príncipe, de Nicolau Maquiavel (1513) 
CAPÍTULO 2 – Discurso sobre o método, de René Descartes (1637) 

CAPÍTULO 3 – Leviatã, de Thomas Hobbes (1651) 
CAPÍTULO 4 – Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, de Jean-Jacques Rousseau (1755) 

PARTE II – DEZ GRANDES ESTRAGOS
CAPÍTULO 5 – Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels (1848)
CAPÍTULO 6 – Utilitarismo, de John Stuart Mill (1863) 
CAPÍTULO 7 – A descendência do homem, de Charles Darwin (1871) 
CAPÍTULO 8 – Além do bem e do mal, de Friedrich Nietzsche (1886) 
CAPÍTULO 9 – O Estado e a Revolução, de Vladimir Lênin (1917) 
CAPÍTULO 10 – O eixo da civilização, de Margaret Sanger (1922) 
CAPÍTULO 11 – Minha luta, de Adolf Hitler (1925) 
CAPÍTULO 12 – O futuro de uma ilusão, de Sigmund Freud (1927) 
CAPÍTULO 13 – Adolescência, sexo e cultura em Samoa, de Margaret Mead (1928) 
CAPÍTULO 14 – O relatório Kinsey, de Alfred Kinsey (1948) 

PARTE III – MENÇÃO DESONROSA
CAPÍTULO 15 – A mística feminina, de Betty Friedan (1963)

Sobre o autor

Benjamin Wiker obteve seu PhD em ética da Universidade de Vanderbilt. Em seguida, passou a ensinar em uma variedade de instituições, incluindo a Universidade Marquette, Universidade Saint Mary of Minnesota, Thomas Aquinas College e na Universidade Franciscana de Steubenville. Ele chamou a atenção em 2002 com a publicação de Darwinismo Moral: Como nos tornamos hedonistas. Neste livro, Wiker pretende mostrar como o darwinismo, por sua própria natureza, destrói completamente os fundamentos éticos do cristianismo, o judaísmo e o islamismo, pois sua cosmologia materialista é incompatível com qualquer conceito de direito natural. Wiker tornou-se membro do Discovery Institute.

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